Resumo
A história mostra que nada é totalmente novo e que por isso o antigo não deve ser descartado e sim conhecido para que novos conhecimentos sejam construídos. Assim, quando entrevistado por Rudy M. Baum, Henry Taube, Prêmio Nobel de Química de 1983, disse que foi um erro o desaparecimento da análise qualitativa dos currículos das universidades norte-americanas, porque esta constituía um meio de introduzir a química descritiva e de motivar os alunos a estudarem as reações químicas que, em sua opinião, “são o coração da química” [1]. Em vista desta polêmica e das possíveis opções para o emprego da disciplina de Química Analítica Qualitativa como ferramenta para o ensino básico dos equilíbrios químicos em solução aquosa, apresenta-se a seguir uma visão crítica da seqüência histórica do desenvolvimento dos procedimentos de análise qualitativa.
Palavras-chaves
análise clássica, Química Analítica Qualitativa, ensino, histórico, aplicações
Autores
João Carlos de Andrade
Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Química
Terezinha Ribeiro Alvim
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Departamento de Química – CEFET-MG














