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A structure-based nomenclature system for monocyclic and polycyclic organic macromolecules is presented. Single-strand mono- and polycyclic macromolecules as well as spiro macrocyclic compounds are covered. However, rotaxanes and catenanes, which contain interlocked rings, and rings or ring systems formed by noncovalent bonds are excluded. Also, polypeptides and carbohydrate polymers are not included. The nomenclature of cyclic macromolecules is based on the existing nomenclature of regular and irregular macromolecules, which in turn is based on the nomenclature of organic chemistry also published by IUPAC.
The procedure for naming a cyclic macromolecule consists of transforming it to an open-chain regular or irregular macromolecule in such a way that naming of units proceeds in descending order of seniority but otherwise follows the rules established for these types of macromolecules. For polycyclic macromolecules, the same principles are followed after the main ring, bridges, and branch units are identified and locants for branch units as well as bridges are assigned. The complete names are assembled by citing the component names and locants in the appropriate order according to the rules in this document. Wherever possible, examples for illustration of the naming procedure have been chosen from the literature.

Pure Appl. Chem., Vol. 80, No. 2, pp. 201–232, 2008.
IUPAC RECOMMENDATIONS 2008
© 2008 IUPAC
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Resumo

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polimeros-capaEste livro foi organizado em capítulos, com a sua própria bibliografia de modo a facilitar a leitura, e foi direcionado principalmente aos Químicos, Físicos, Engenheiros Químicos e Engenheiros de Materiais e Técnicos de segundo grau. Os Engenheiros Mecânicos e de outras especialidades talvez tenham um pouco mais de dificuldade para entendê-lo porque, infelizmente, os conteúdos de Química nos seus cursos de graduação são menos abrangentes. Quando necessário, cada capítulo tem uma pequena introdução ao tema a ser tratado.
Assim, o primeiro capítulo é uma introdução geral, onde se procura discutir os conceitos básicos da ciência dos polímeros sob a óptica da degradação. No segundo capítulo discutem-se as reações químicas que ocorrem durante os processos de degradação dos polímeros em geral, de modo a poderem ser referidas nos capítulos subseqüentes. O terceiro e o quarto capítulos tratam das formas como essas reações se iniciam. No terceiro, apresentam-se as formas de iniciação que ocorrem de maneira isolada e no quarto abordam-se aquelas que sempre ocorrem de maneira associada.
Neste quarto capítulo há também uma discussão sobre o stress-cracking, uma forma de degradação conhecida há muito tempo, porém ainda pouco compreendida. Por outro lado, como a degradação das blendas é diferente da degradação dos polímeros e co-polímeros puros, discute-se este fenômeno no capítulo 5, juntamente com o caso dos compósitos e nanocompósitos. Para poder entender os processos de degradação e selecionar o melhor tipo de aditivo estabilizante, ou combinação deles, é preciso escolher o método de ensaio mais adequado e o método de acompanhamento dos resultados destes ensaios.
Sem querer suplantar a literatura já existente, no capítulo 6 procura-se discutir estes métodos, novamente sob a óptica da questão da degradação e estabilização. Depois de se saber como a degradação começa e como se pode acompanhá-la, é preciso discutir a forma de atenuá-la: são os estabilizantes, discutidos nos capítulos 7 e 8. Como a biodegradação é um caso diferente dos processos de degradação usuais de polímeros sintéticos, é tratada à parte, no capítulo 9. No capítulo 10 são discutidos alguns casos importantes relacionados à questão da degradação e estabilização de polímeros, assim como alguns procedimentos que devem ser tomados em pendências judiciais relacionadas com o tema.

Autor
Marco-Aurélio De Paoli