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In the original article, on p. 681 (Section 5.1), the microfabricated devices (MFDs) categories were numbered incorrectly. The following lettering from A to F is correct, and as used in the examples presented on pp. 682–683.
Pure Appl. Chem., Vol. 78, No. 5, pp. 1091, 2006.

Pure Appl. Chem. 78, 677–684 (2006).
IUPAC Technical Report
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Immunosensitization to metal ions through occupational and environmental exposure has been described in earlier papers from this project. Here we discuss the possible role of cytokine profiling in demonstrating and understanding this phenomenon. The cytokines are a large family of polypeptides exerting autocrine, paracrine, and/or endocrine effects. They include interleukins (ILs), interferons (IFNs), and growth factors. They may be grouped as pro-inflammatory (e.g., IL-1, IL-6, IL-12, IL-18, TNF-α), anti-inflammatory (e.g., IL-10), or those regulating T-helper (TH) cell function. The latter are subdivided into those associated with TH1 (e.g., IL-2, IL-12, IFN-γ, TNF-β) or TH2 (e.g., IL-4, IL-5, IL-13) cell function. Because different types of immune reactions (e.g., immediate reaction vs. delayed-type hypersensitivity) differentially involve TH1 and TH2 cells, measurement of cytokine production in response to metal ions can potentially give insight into underlying immune mechanisms and responses. Examples are given for species of Ni, Cr, Co, Hg, Cd, and Be; and in less detail for species of Fe, Pt, Pd, and Rh.
Antibodies are available commercially that allow for the determination of many cytokines, and such measurements are most usefully performed with body fluids, supernatants from stimulated lymphocyte cultures, or lysates of lymphocytes or other biopsied cells. The predominant methods include enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) and flow cytometric measurement of the cytokine, bioassay of its activity in cell culture, and polymerase chain reaction (PCR) assessment of its mRNA level. In practice, levels of individual cytokines are highly variable between individuals, and reliable reference values are generally lacking. Ratios of cytokines are more informative than absolute concentrations, and biological variability in cytokine production dictates that repeated testing is necessary to confirm trends. Determining cytokine profiles is presently of questionable diagnostic utility in individual cases of metal sensitization, but is providing mechanistic insights in a research context.

Pure Appl. Chem., Vol. 78, No. 11, pp. 2155–2168, 2006.
IUPAC Technical Report
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Resumo

Livro que aborda um tema muito importante para aqueles que desejam melhorar a comunicação em textos técnicos e científicos.

PARTE I
1 – Linguagem e Comunicação – parte teórica, introdutória, o mais concisa possível.
2 – Diversidade lingüística: os níveis de linguagem – parte preparatória, que pretende demonstrar as várias formas de comunicação verbal, enfatizando a necessidade de adequação da linguagem ao contexto.
3- Linguagens especializadas, linguagem acadêmica – procura evidenciar que a linguagem acadêmica é um tipo de linguagem especializada, com suas características próprias.
4 – Características e especificidades da linguagem acadêmica – exemplos práticos de construções sintáticas e “dicas” de vocabulário.
5 – Os textos acadêmicos – sugestões para elaborar resumos, resenhas, fichamentos, artigos e relatórios.
6 – O Projeto de Pesquisa – o que é um projeto, quais os elementos que o constituem, com se faz a delimitação do tema, construção dos objetivos, justificativa, revisão da literatura e procedimentos metodológicos que serão adotados no desenvolvimento do trabalho.

PARTE II
1 – Monografias – breve caracterização de TCC, MBA, Dissertação de mestrado e tese doutoral (todos são monografias).
2- O plano de redação – explica detalhadamente como se elabora um plano eficiente para a redação de trabalho acadêmico.
3 – A redação do trabalho – além de abordar a técnica das citações e notas de rodapé, oferece sugestões para a redação, no que diz respeito às qualidades técnicas a parte formal: construção das frases, tipo de vocabulário, o que não se deve empregar numa redação científica, o uso da 3ª. Pessoa (o “se” impessoal) etc.
4 – Argumentação: coerência e coesão – expõe as formas de argumentação, explica o que é coerência e o que é coesão, abordando e justificando também a divisão do desenvolvimento em duas ou três partes
5 – Partes da monografia e seus conteúdos – ensina o que deve constar da Introdução, como se prepara o desenvolvimento, dividido em partes, o que deve constar da conclusão o que são Anexos e Apêndices.
6 – Partes que compõem a monografia – ordem e critérios para a apresentação gráfica, segundo as mais recentes normas da ABNT.

BIBLIOGRAFIA

APÊNDICES
Apêndice 1 – Como elaborar REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS (com Glossário)
Apêndice 2 – REVISÃO GRAMATICAL: aspectos gramaticais que constituem dificuldades para os alunos universitários e, conseqüentemente, tornam-se as falhas mais encontradas nas redações de alunos graduandos e pós-graduandos.

Autor
Maria Margarida de Andrade