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In this document, we define a data exchange format initially formulated from discussions of an International Union of Pure and Applied Chemistry (IUPAC) limited-term task group at the 35th Royal Society of Chemistry-ESR conference in Aberdeen 2002. The definition of this format is based on the IUPAC Joint Committee on Atomic and Molecular Physical Data Exchange (JCAMPDX) protocols, which were developed for the exchange of infrared spectra and extended to chemical structures, nuclear magnetic resonance data, mass spectra, and ion mobility spectra.
This standard of the JCAMP-DX was further extended to cover year 2000 compatible date strings and good laboratory practice, and the next release will cover the information needed for storing n-dimensional data sets. The aim of this paper is to adapt JCAMP-DX to the special requirements for electron magnetic resonance (EMR).

Pure & Appl. Chem., Vol. 78, No. 3, p. 613–631, 2006
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downloadCom o crescimento populacional e o aumento das atividades econômicas no mundo, a água de qualidade tornou-se recurso natural escasso, requerendo políticas públicas de âmbito nacional ou multilateral para a gestão de usos múltiplos e conservação da qualidade. Apesar da posição relativamente confortável nesse cenário, ao deter cerca de 11,6% da água doce do mundo, o Brasil apresenta problemas de distribuição desigual desse recurso: cerca de 70% encontra-se na Amazônia em contrapartida aos 3% de disponibilidade no Nordeste brasileiro. Já em regiões como no Centro-Sul brasileiro, apesar de boa disponibilidade, a intensidade da atividade econômica – expansão urbana, indústria, serviços e agropecuária – tem levado aos conflitos de uso da água, considerados graves, tendo em vista o diagnóstico de elevado desperdício e falta de tratamento das águas servidas. Desde a década de 90 o Brasil vem implementando políticas públicas que visam o gerenciamento do uso e qualidade dos recursos hídricos.
Os avanços recentes nessa direção podem ser avaliados a partir da criação da Agência Nacional de Águas (ANA) e do conjunto de iniciativas por ela coordenado, com a participação de vários órgãos públicos federais, estaduais e municipais. Os objetivos visados são a consolidação de instrumentos de políticas públicas, inovadoras, na gestão ambiental das águas brasileiras. Convergente com tal esforço, a Embrapa Meio Ambiente, em parceria com outras Unidades da Embrapa e outras instituições públicas e privadas, vem executando projetos de pesquisa e desenvolvimento na região do Submédio São Francisco. Como resultado desse esforço, a Embrapa vem oferecer à sociedade brasileira métodos de monitoramento da qualidade de água em bacias hidrográficas.

Editores Técnicos
Elisabeth F. Fay
Célia Maria M. da Silva

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downloadDesde 1999 vem sendo conduzido na Embrapa Meio Ambiente o projeto denominado “Impacto ambiental do uso agrícola do lodo de esgoto”, com objetivo geral de fornecer informações sobre os impactos ambientais da utilização agrícola do lodo de esgoto continuada e em longo prazo, em condições ecológicas de cultivo para um agroecossistema em solo tropical. Essas informações são importantes para as empresas geradoras de lodo de esgoto, para os órgãos ambientais, para as instituições responsáveis pela normatização de sua disposição agrícola e para a os responsáveis pela elaboração de política pública a respeito da disposição de resíduos em solos.
O projeto, na sua primeira fase, teve a duração de três anos e está programado para ser conduzido por 10 anos. Esse livro, o qual consideramos como um relatório, tem por objetivo realizar uma prestação de contas à sociedade sobre os resultados obtidos no transcorrer dos primeiros três anos do projeto. Diversas informações existentes nos capítulos foram publicadas na forma de teses e artigos científicos em revistas nacionais e internacionais. Como essas publicações são de acesso relativamente restrito, tomou-se a decisão de publicar um livro, tanto impresso quanto disponível on-line.

Autores
Wagner Bettiol
Otavio A. Camargo

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impacto-ambiental-capaA equipe de pesquisa da Embrapa Meio Ambiente vem desenvolvendo, com a parceria de especialistas de outras instituições sejam públicas ou privadas, estudos em biodegradação de pesticidas em solos brasileiros. São estudos de caráter básico, que poderão resultar em tecnologias e conhecimentos de aplicação direta na recuperação de ambientes rurais e urbanos contaminados com agrotóxicos.
Como mais um produto dessa parceria de longo prazo, temos a satisfação de apresentar o livro Metalaxil, com resultados sobre processos de degradação desse fungicida em condições de solos brasileiros. Trata-se de insumo de uso bastante difundido entre os agricultores brasileiros, sendo recomendado para aplicação foliar em frutas (uva, melão, melancia), hortaliças (batata, cebola, pepino e tomate) e flores (rosa), além do tratamento de sementes de cereais (milho e soja). A obra é composta de seis capítulos, de autoria de seis pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente: Célia Maria Maganhotto de Souza Silva, Elisabeth Francisconi Fay, Itamar Soares de Melo, Rosana Faria Vieira, Vera Lúcia Ferracini e Vera Lúcia de Castro; das professoras Andréa Maria Spessoto da Universidade Cruzeiro do Sul e Regina Teresa Rosim Monteiro da Universidade de São Paulo.
No primeiro capítulo é apresentada a caracterização do fungicida metalaxil; no segundo, o efeito desse fungicida na microbiota do solo em condições do semi-árido brasileiro; no terceiro e quarto capítulos, são apresentadas, respectivamente, a quantificação e adsorção e, a mineralização do fungicida metalaxil em solos brasileiros. No quinto capítulo é caracterizada a genética da comunidade bacteriana associada à biodegradação desse fungicida. E, finalmente, no sexto capítulo, são apresentados os aspectos da avaliação dos efeitos da exposição ao metalaxil em organismos não-alvo.

Autores
Célia Maria M. da Silva
Elisabeth F. Fay

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