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The relatively young field of ion mobility spectrometry has now advanced to the stage where the need to reliably exchange the spectroscopic data obtained worldwide by this technique has become extremely urgent. To assist in the validation of the various new spectrometer designs and to assist in inter-comparisons between different laboratories reference data collections are being established for which an internationally recognized electronic data exchange format is essential.
To make the data exchange between users and system administration possible, it is important to define a file format specially made for the requirements of ion mobility spectrometry. The format should be computer readable and flexible enough for extensive comments to be included. In this document, we define a data exchange format, agreed on by a working group of the International Society for Ion Mobility Spectrometry at Hilton Head Island, USA (1998) and Buxton, UK (1999).
This definition of this format is based on the IUPAC JCAMP-DX protocols, which were developed for the exchange of infrared spectra [1] and extended to chemical structures [2], nuclear magnetic resonance data [3], and mass spectra [4].
This standard of the Joint Committee on Atomic and Molecular Physical Data is of a flexible design. The International Union of Pure and Applied Chemistry have taken over the support and development of these standards and recently brought out an extension to cover year 2000 compatible date strings and good laboratory practice [5]. The aim of this paper is to adapt JCAMP-DX to the special requirements of ion mobility spectra [6].

Pure & Appl. Chem., Vol. 73, No. 11, p. 1765–1782, 2001
IUPAC Recommendations
© 2001 IUPAC
IUPAC permission is acknowledged

Resumo

Dentre os modelos matemáticos utilizados para representar a estrutura eletrônica de sistemas microscópicos um dos mais valiosos é o modelo de Hartree-Fock. O maior problema a ser resolvido neste modelo está na escolha das funções matemáticas a serem utilizadas para representar os orbitais de Hartree-Fock. Uma das sugestões mais importantes ao método Hartree-Fock foi formalizada por J.J.Roothaan através da técnica que ficou popularizada como o método da combinação linear de orbitais atômicos ou funções de base. Em outras palavras, orbitais atômicos e moleculares podem ser obtidos como combinação linear de funções de base. Embora o modelo de Hartree-Fock-Roothaan tenha se tornado computacionalmente atrativo, para ser utilizado adequadamente impõem a solução de questões de caráter técnico, tais como:
quais funções matemáticas podem ser utilizadas como conjuntos de base? e
quantas funções de base devem ser utilizadas para representar adequadamente o sistema em estudo?
Os aspectos relacionados com as alternativas para responder a essas duas questões serão detalhados a seguir.

Palavras-chaves
funções de base, funções hidrogenóides, funções de Slater, funções Gaussianas, teorema de Hellmann-Feynman

Autores
Nelson Henrique Morgon
Rogério Custódio
Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Química

Resumo

Os métodos volumétricos que utilizam reações de oxidação e redução dependem dos potenciais das semi-reações envolvidas mas, além dos potenciais favoráveis, os agentes oxidantes e redutores devem ser estáveis em solução e a substância a ser determinada deve ser colocada sob um determinado estado da oxidação, definido e estável, antes da titulação ser iniciada
A iodometria é um método volumétrico indireto, onde um excesso de íons iodeto são adicionados à uma solução contendo o agente oxidante, que reagirá produzindo uma quantidade equivalente de iodo que será titulado com uma solução padronizada de tiossulfato de sódio.

Palavras-chaves
semi-reações, estado de oxidação, volumetria, reações redox, agentes oxidantes, agentes redutores, iodometria.

Autor
João Carlos de Andrade
Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Química

Advertência

advertencia Atenção: “Ler cuidadosamente o procedimento, antes de começar a experiência. Não realizar o experimento sem o acompanhamento do seu professor. Peça ajuda em caso de dúvida!”.

Resumo

Este texto tem o objetivo de mostrar que a condutividade não é um fenômeno exclusivamente elétrico ou eletrônico. Outros carregadores de cargas, os íons, podem gerar condução quando se movimentam em um retículo sólido, obedecendo a condições estruturais muito específicas.

Autor
Heloise de Oliveira Pastore
Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Química

Palavras-chaves
eletrólitos, cristais iônicos, retículos cristalinos, condutores, semicondutores, isolantes